De um modo geral as plantas aquáticas ou hidrófitas ou hidrófilas, compreendem todos os vegetais que exigem mais a água que os recursos do solo para sua sobrevivência e propagação. Embora algumas vivam firmadas no solo, não prescindem de líquido ou maio proporção.

As plantas aquáticas vivem nos rios, lagos, baías, oceanos e de acordo com seu “habitat” dividem-se em vários grupos ecológicos.
Todavia, mencionaremos algumas plantas e seus caules, sem considerarmos a sua classificação ecológica, como a conhecida taboa (Typha demiguensis demiguensis ) com caule parcialmente rizomatoso, rastejante, rico de amido e uma parte erecta o lírio-do-brejo (Hadychium coronarium coronarium ), com rizoma comprido ou tuberoso, do qual nascem os caules aéreos: o chapéu-de-couro (Echinodorus grandiflorus grandiflorus ), com rizomas e produzindo as vêzes estolhos: as aningas que formam aningais na Bahia e Amazonas (Montrichardia linifera e M. arborescens linifera e M. arborescens linifera ) providas de rizomas de caule aéreos; o água-pé (Eichornia crassipes ), com rizomas muitos curtos, emitindo a plantas estolhos; a mundialmente conhecida Victoria regia, com caule rizomatoso, a erva-de-santa-luzia (Pistia stratiotes), com estolhos e as curiosas e interessantes espécies de pocostemáceas, que apresentam seus caules profundamente modificados adaptados as rochas das cachoeiras e quedas d’água dos rios tropicais e subtropicais, além de outras.

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