Por: Ana Carolina Marchesi – A Tribuna

Coerência:
Não mude de opinião ao longo do texto. Siga a lógica proposta.

Clichês:
São expressões utilizadas no dia-a-dia que já estão saturadas. Um exemplo disso: “Portanto, é preciso que…”. Evite!

Invenções:
Não invente dados ou fontes. Isso pode te prejudicar.

Generalizar:
Fuja das generalizações e argumentações.

Confusão:
Leia o enunciado com bastante calma. Pequenas expressões podem se confundir e acabar tomando uma enorme proporção.

Enganos:
Usar trecho de música ou poema exige o crédito do autor. Portanto, não se esqueça de mencionar o verdadeiro compositor da obra.

Opinião perigosa:
Entre os vários tipos de texto jornalístico, o artigo de opinião deve conter uma tese defendida e sustentada até o final. Informar é coisa para notícia.

Narrador intrometido:
Se o texto pedido for uma notícia, descreva o ocorrido, mas sem opinar.

Soluções:
O gênero solicitado é a carta? Então dialogue com quem vai ler a carta. Proponha, solicite e sugira algo.

Ironia:
Recurso que deve ser descartado. Se realizar uma crítica em um texto “carta”, por exemplo, não termine utilizando o termo “Respeitosamente” ou “Cordialmente”. Isso pode parecer deboche. Uma dica: finalize com um “Sem mais”.

Assinatura:
Não se deve assinar em nenhuma modalidade de texto. Quando for uma carta ao poder público coloque uma identificação genérica, como “um cidadão”, “um eleitor”, “um estudante”.

Na se esqueça do personagem:
Se você citou um personagem em uma história, não desapareça com ele ao longo da produção do texto. Todos precisam de um começo, meio e fim.