O Ministério da Educação (MEC) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) anunciaram o desejo de universalizar a prova do Enem.

Hoje a participação no Enem é voluntária, mas passaria a ser obrigatória para todos os estudantes da rede pública de acordo com a proposta da presidente do Consed.  A ideia é que com a universalização o Enem passe a certificar o ensino médio. Ou seja, para obter o diploma do ensino médio, o aluno precisará participar da prova e alcançar uma nota mínima, que será determinada por cada secretaria de estado.

O comitê de governança estuda também a possibilidade de o Enem ser aplicado duas vezes ao ano.  Na última quarta-feira, 13, o ministro divulgou a matriz de habilidades do novo Enem.

Segundo ele, a prova será mais focada na compreensão de problemas do que na memorização de datas ou fórmulas. Segundo Haddad, os conteúdos cobrados permanecerão os mesmos ministrados hoje pelo ensino médio.

Para o Consed, o novo formato do Enem vai permitir a reestruturação do ensino médio e, com isso, uma nova orientação dos processos seletivos de acesso à educação superior, não o contrário, como ocorre atualmente.